Escárnio e bem dizer
sexta-feira, janeiro 28, 2005
 
Agora vou-me embora, olhar para o arco-íris.
 
Se todos os enterros fossem tão simples como os dos peixes...
Morreu. Atirem-no à retrete.
Já está.
Boa.
Já se esqueceu que o peixe existiu.
 
Está ali um arco-íris. Gosto tanto de ver o arco-íris!
 
Dou-te aquilo que gostaria que me dessem a mim. Mas não deram, nem dão.
Existe uma falta de compreensão que não compreendo, mas existe em mim a força para ultrapassar e dar-te, a ti, o que precisava que me dessem. É a tua vez, não a minha. Mas será que tenho de anular-me para viver de novo?

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