Escárnio e bem dizer
Quarta-feira, Maio 25, 2005
 
Tudo isto é novo.
Quando olho o horizonte procuro um resto de mim. Não está lá. Não sei se fugi, se morri ou se me matei. Não sei se tenho saudades ou se rejeito memórias. Não posso voltar atrás. Dei um passo em frente. Um... dois... três... perdi-lhes a conta. Desapareci. É tão definitivo e tão assustador. É bom?... dizem que sim.
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