Escárnio e bem dizer
sábado, agosto 21, 2004
 
E quando eu pensava que te perdia para sempre, inspiraste fundo, disseste que não me abandonavas e que gostavas de mim. Ficaste comigo.
Nesse dia percebi que não se dá mais valor às coisas depois de as perder. Depois de as perder limitamo-nos a lamentar a perda e a lamentar não ter dado valor. Mas não lhes damos valor porque já não vale a pena. Estão perdidas. Nesse dia percebi que se dá mais valor às coisas quando as julgávamos perdidas e, por pouco, as conseguimos manter. Porque aí passamos o medo da perda, a reflexão do "o que é que eu vou fazer sem...?" e o alivio de não perder. E nesse momento sabemos que nunca mais queremos esse medo, que vamos fazer tudo para evitar voltar a sentir aquele pânico do ter de viver sem...
 
Aquele contador não deve estar bom. Não podem estar aqui 3 pessoas (incluindo eu) a esta hora... mas quem é que não está a dormir a esta hora além de mim que sou assim mesmo?
 
Mas quem é que anda aqui a esta hora?
 
Agora divirto-me imenso com a nova barra do blogger e aquela coisa do "next"... gosto de ir lá ver onde vou parar. Hoje vim parar aqui. Vejam lá se não valeu a pena a "viagem"? (SE calhar não, mas...)

Um conselho: se querem ficar realmente irritados deixem esse blog aberto. É que aquela musica dá cabo dos nervos a qualquer um.

 
Já reparam que eles arrumaram a casa e compraram móveis novos?

sexta-feira, agosto 20, 2004
 
Idem Idem ""

quarta-feira, agosto 18, 2004
 
Não me apetece.
terça-feira, agosto 17, 2004
 

segunda-feira, agosto 16, 2004
 
Fizeste-me compreender. Ensinaste-me a ser mais eu, sem medos, sem delírios mentais absurdos.
O que te devo ter feito sofrer a dada altura, minha querida, mas não desististe. Sabias que aquela não era eu, que não estava em mim. Sabia o que fazia sem saber. Precisava de confiança e tu não ma retiraste, apesar de eu merecer que o tivesses feito. Desesperei-te a determinada altura, bem sei disso. E essa é a maior prova de amizade que me deste. O facto de me aturares, de resistires, de confiares, apesar de todos os teus medos, que tudo ia ficar bem. E ficou. Graças a ti.
Já te agradeci o suficiente?

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