Escárnio e bem dizer
sábado, agosto 14, 2004
 
Só hoje, ao ler estas bloguices, é que me apercebi que ontem era dia 13, sexta-feira. As coisas a que eu não ligo.
 
Andava há que tempos a pensar que o arco-íris da blogosfera tinha de fazer alguma coisa para corrigir os erros de acentuação que tinha. Andava há que tempos a pensar escrever-lhe a solução, mas isso implicava ir procurá-la e eu e os computadores não nos damos muito bem. A verdade é que os blogs quando têm erros de acentuação são tão difíceis de ler que raramente lá vou e acabo por desistir ao fim de pouco tempo. Finalmente o arco-íris da blogosfera corrigiu isso com um look bem mais giro. E eu consigo ler todos os posts sem problemas. que bom!
 
A blogosfera em Agosto é uma chatice.
sexta-feira, agosto 13, 2004
 
Então boas férias...


 
Falei de ti num dia e no seguinte ligaste-me com saudades. Parece que me ouviste. Fiquei tão contente.

quinta-feira, agosto 12, 2004
 
Terça-feira, Agosto 12, 2003______

(re-post porque me apeteceu ir buscar um de há exactamente um ano)

Sinto tanto a tua falta, minha amiga.
“Eu não te abandonei”, disseste-me com a voz desesperada devido à minha loucura perseguidora. Mas eu sinto-me abandonada… sinto. Se calhar não foste tu, mas eu quem se abandonou, quem se perdeu. Agora preciso que me encontres, me olhes, me abraces e me entregues a mim. Exijo demasiado, eu sei! Não tens a obrigação de fazer todo esse percurso por minha causa. Mas eu não consigo fazê-lo sozinha e por isso preciso que o faças por mim, ou, no mínimo, comigo.
Dá-me a mão.
Estendo-te a minha mão na esperança que a agarres, mas tu não a agarras. Não consegues fazê-lo e eu não consigo esticar-me mais.
Juro que penso nisso, e isso já depende mais de mim do que de ti. Mas tenta tu também. Estica-te mais, por favor! Preciso disso. Dependo disso…
Juro que vou tentar. Mas não te afastes. Dá-me a hipótese de continuar a esticar-me, devagarinho. Não percas a paciência.
Vou tentar tirar a máscara e dar-te a mão. Não desistas agora, por favor!


Obrigada por não teres abandonado. Obrigada por teres tentado tanto e obrigada por nunca teres deixado de acreditar (mais do que eu).

 
Não sei o que é que detesto mais: se ouvir as pessoas dizerem "ai coitadinho(a) de mim, eu não presto para nada, não faço nada bem e tudo me corre mal e se calhar mereço, tenho tanto azar", se as ouvir dizer "eu sou tão bom(a), tão lindo(a), sou melhor que os outros todos e este mundo não me merece"...

Sinceramente, se a uns me apetece gritar, aos outros só apetece bater e cuspir em cima...

Ok, não faço nada disso (nem grito, nem bato ou cuspo), mas, bolas! há com cada um(a)!
 
Quem é que anda aí?
 
Insónias.
Sim, eu sei que é hábito eu estar por aqui a esta hora e não costumo queixar-me de insónias, mas nesses dias eu estou aqui acordada, contente e sem cansaço. Hoje estou cansada. Apetece-me dormir, mas o sono não quer nada comigo. Por isso classifico como insónia. Podia tomar um comprimido e dormir. Pois podia. Mas não quero. Pelo menos por enquanto... daqui a pouco, se calhar, desisto e tomo mesmo. Ou então adormeço finalmente.
Também não é muito urgente dormir. Ou é?
 
"Eu vou te contar, que você não me conhece e eu tenho que gritar isso porque você está surdo e não me ouve. A sedução me escraviza a você, ao fim de tudo, você permanece comigo, mas preso ao que eu criei e não a mim. E quanto mais falo sobre a verdade inteira, um abismo maior nos separa.

Você não tem um nome, eu tenho; você é um rosto na multidão e eu sou... o centro das atenções. Mas a mentira da aparência do que eu sou e a mentira da aparência do que você é, porque eu, eu não sou meu nome e você não é... ninguém. O jogo perigoso que eu pratico aqui, ele busca chegar ao limite possível de aproximação, através da aceitação da distância e do reconhecimento dela.

Entre eu e você existe... a notícia... que nos separa. Eu quero que você veja a mim. Eu me dispo da notícia e a minha nudez parada te denuncia e te espelha.

Eu me delato. Tu... me relatas. Eu nos acuso e confesso por nós. Assim, me livro das palavras com as quais você me veste."

"Maria Bethania - "um jeito estúpido de te amar"


segunda-feira, agosto 09, 2004
 
Hoje saí de casa, enfiei uma carapuça, e voltei. E o que eu gosto de levar na corneta! oh lá se gosto!

P.S. - Pronto, talvez a carapuça não me servisse totalmente, mas lá que eu quero um bocadinho para mim, lá isso quero.

 
- Há tanta coisa que te queria dizer.
- Então diz.
- Há palavras que valem mais se ficarem no silêncio.

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