Escárnio e bem dizer
sábado, abril 17, 2004
 
Olhem, apeteceu-me postar e por isso fiz copy/paste à primeira coisa que me apareceu à frente... foi o texto abaixo.
 
Warum lassen bestimmte Menschen unser Herz höher schlagen? Was ist das "gewisse Etwas", das sie oder ihn für uns zu einem begehrten Beziehungspartner werden lässt? Und warum nur fallen wir bei der Partnersuche immer wieder auf "die Falschen" herein? Diese Fragen beschäftigen nicht nur Millionen Menschen überall auf der Welt, sondern auch Forscher verschiedenster Disziplinen.
sexta-feira, abril 16, 2004
 
Ai que tinha ali uma aberta a mais... enfim! já a fechei.
 
"QUANDO DEUS FECHA UMA PORTA, ABRE SEMPRE UMA JANELA"

Ele é sempre a mesma coisa! um descuidado. É por estas e por outra que há tanto assalto! chiça!
quinta-feira, abril 15, 2004
 
seguidamente escrevo aquela mensagem de protesto e o que é que acontece? fica tudo bem! eu desisto, sinceramente, desisto!
 
Ora bem, eu saí de casa e o blog estava bom, eu voltei de casa e o blog tem os acentos todos marados!... eu abro o blogger para editar e está tudo bem... o que é que se faz numa altura destas?
quarta-feira, abril 14, 2004
 
Ela queixava-se de nunca a terem congratulado pelas vitórias. Eles diziam que era assim que se aprendia. Tinha de se esforçar, não para ser congratulada pelas vitórias, mas para não sofrer castigos pelos falhanços.
- Tudo na vida tem consequências. Tudo o que tu fazes. Por isso tens de fazer bem, para não sofreres as consequências. - Diziam-lhe.
"Então e consequências positivas pelas vitórias, não há?" - Pensava ela, mas não perguntava. Já sabia a resposta: As vitórias são obrigações, as derrotas são falhanços. Pelas obrigações não se recebe nada, pelos falhanços é-se castigado.
Foi com esta filosofia de vida que cresceu. Cresceu e tornou-se num adulto inseguro, sem auto-estima. Com medo de falhar em tudo o que fazia, sem tirar prazer ou partido do bem que conseguia fazer. Um dia surpreendeu-se porque alguém, alguém que mal conhecia, lhe mostrou que tinha valor; lhe mostrou que merecia ser congratulada. Lhe sorriu com as pequenas e grandes vitórias e a abraçou nas derrotas. Não percebia. Afinal onde estava o castigo? Não era culpa dela?... A culpa não existe, só a responsabilidade. E como responsável pelo acto que tomaste enfrentas as consequências, não como castigo, mas como solução. Não entendeu durante um tempo. Para ela não existia vida sem culpa e castigo. Para ela não existia vida com vitórias... apenas obrigações. E agora tinha de rever tudo aquilo que tinha aprendido ao longo da vida. E o desejo que sentiu foi voltar atrás e ensinar os pais de modo a não perder o tempo que já tinha perdido.
 
Lá! lá! lá!
 
IUUUUUUUUUUUUPIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII! CONSEGUI! :]
 
Está quase...
 
Mais um esforço...
 
Não consigo... não consigo...
 
ó pá! já me fartei de rir! vocês façam-se um favor e vão ler este blog.
 
Olhem que engraçado que é este pai!
 
Sim, sim... estou numa chata noite de insónia!
 
Tenho andado a resistir em tirar a ruiva ali da lista ao lado e colocá-la numa outra que ainda não inventei de blogs que deixaram de ser actualizados... Resisto porque estava com a esperança que ela voltasse. Hoje pensei em ir tirá-la, mas fui lá ver antes e: surpresa, ela voltou! :]

Já voltou há uns dias, mas só hoje dei por ela.

Bem vinda de novo Ruivinha! e obrigada por voltares a preencher os nossos dias com as tuas palavras.
 
A 8 de Setembro de 2003 escrevi este post:

Olha para ti. Olha! Não. Não é assim. Olha lá para dentro. De que tens medo? O que tens medo de ver?
Não sintas toda essa amargura por uma vida que não viveste. Não é errado viver, sabias? vive minha querida. Não tenhas medo. Ainda estás a tempo. Há tanta gente que tem uma adolescência e uma pós-adolescência tardias, podes ter tu também. Não é errado. Apenas tens de ter alguns limites que não necessitarias caso a tivesses vivido na altura certa. Porque, minha querida, a adolescência e a pós-adolescência são fases da vida que toda a gente tem de passar. Uns vivem-nas de uma forma, outros de outra. Uns vivem-nas numa altura, outros noutras. Não são erradas, são normais e são tão bonitas, tão intensas, tão únicas.
Vive, minha querida, não tenhas medo. Eu estou aqui para te abraçar quando precisares. Estou aqui para desabafares, para te apoiar. Não te prendas a essas regras sociais que alguém inventou. Liberta-te! Sê tu própria. Desde que conheças os teus limites, a tua coragem, a tua força para viveres as consequências das tuas decisões, está tudo bem. Vive! sem medo de viver. Abre os braços depois, respira e sente como a vida é toda tua!


Entretanto lembrei-me da razão que me levou a escrevê-lo e fui ver se o dito blog ainda existe... e descobri que acabou... pela terceira vez (ou será quarta?)... Ele há com cada uma!


 
Já percebi... escrevi demasiado nesses meses e não dá para ter um arquivo mensal! bolas!... ficava tão melhor organizado!
 
Não sei porquê, mas não consigo aceder aos arquivos de Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro e Janeiro... alguém tem uma explicação?
 
Por causa disto de andar a alterar os arquivos, decidi ir ver os meus antigos posts... e acabo de descobrir que blogs de que eu falei em agosto já terminaram... como este, por exemplo.
 
Estive só ali a alterar o coiso dos arquivos porque estava feio. Já tinha muitas semanas e não se percebia nada. Agora fica mensal e com os meses em português para se perceber melhor.
 
Acabo de ver o meu email... e isto agora é uma experiência: Pois que fiquei curiosa, ah! pois fiquei!
terça-feira, abril 13, 2004
 
- Nós fomos feitos um para o outro mas nunca poderemos ficar juntos.
- Porquê?
- Porque há sempre qualquer coisa que nos afasta. Agora é a Sílvia.
- Andas a ver novelas a mais. E se pensasses que é ele que se afasta?
- Não. Eu sinto que ele gosta de mim. Mas, por algum motivo, tem de estar com a Sílvia.
 
- ... sim, se tudo correr bem.
- Porque é que não há-de correr bem?
- Nem sempre as coisas correm bem, Dra Maria.
 
Agarro um cigarro. Olho para ele. Hmmm tão branco, tão cheiroso. rodo-o nos dedos. brinco com ele. Coloco-o nos lábios e vou buscar o fósforo. Gosto muito mais de o acender com fósforo (tem outro sabor). Acendo-o. Puxo por ele enquanto sinto a nicotina a chegar-me ao cérebro. Gosto de estar umas horas sem fumar para voltar a ter esta sensação. É isto que me dá prazer.
Relaxo.
Merda. Porque é que isto faz tanto mal?
 
E, além de tudo o resto, estou estúpida que nem uma porta!
 
Não sei o que pensar nos tempos que correm. Sinto-me bem comigo mas sinto-me mal longe de ti.
Fizeste-me pensar, reflectir. Obrigaste-me a gostar de mim. Prendi-me a ti durante meses e agora não quero cortar o cordão umbilical porque continuo a pensar que preciso dele, apesar de sentir que o posso largar.
 
Não sei.
segunda-feira, abril 12, 2004
 
Comuniquei contigo. Respondeste. Não o fizeste da forma que eu gostaria mas, a verdade, é que deixei de sentir "merdas". Acho que cresci por dentro. Sei que as coisas tomaram uma nova dimensão. Para mim, só para mim. Não tem nada a ver contigo. Gostava de não me afastar como já o fiz com tanta gente antes. Mas isso não depende de ti, das tuas reacções ou do teu carinho. Depende de mim... daquilo em que acredito e naquilo em que quero apostar.
Gosto de ti, sabes? O difícil é encaixar-te nisto tudo...
 
Eu digo que não gosto de amêndoas, por isso dão-me chocolates... chiça! acho que engordei uns 5 quilos agora durante a páscoa!

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