Escárnio e bem dizer
sábado, março 27, 2004
 
Bah!
 
A sério que fico mesmo irritada com estas coisas! mas porque é que o meu cérebro não funciona!!!
 
HÃ?!?!?!?
sexta-feira, março 26, 2004
 
Não, minha cara, recuso continuar num caminho tortuoso onde te conheci e de onde tu te recusas a sair. Eu sei sair de lá. Se não sabes, azar o teu. Procura ajuda (já te recomendei várias). Pára de recusar viver a tua vida. Mas se recusas viver a tua e, ao mesmo tempo, tentas obrigar os outros a estarem contigo nessa angústia, limitando-te a absorver a energia de quem te quer ajudar, em vez de fazeres alguma coisa positiva com ela, eu não posso continuar ao teu lado. Tenho de seguir em frente.
 
Costumo definir as pessoas de diversas formar (isto é mais uma "definição" mental do que outra coisa, mas tenho de pôr aqui por palavras):

Amigos (de coração mesmo. em quem confio plenamente e com quem sinto que posso contar em todas as alturas)
amigos (conhecidos com quem tenho alguma confiança. Pessoas com quem se sai para tomar uns copos ou para ir ao cinema. Pessoas que até podem vir cá a casa, conviver comigo, mas que não sinto como Amigos. São, normalmente, pessoas que não sabem que eu não os considero verdadeiros amigos).
Conhecidos (aqueles a quem me limito a dizer bom dia, boa tarde e pouco mais. Raramente passam destes estatuto).

Tenho por hábito ser muito selectiva na denominação de Amigo. Para considerar uma pessoa minha Amiga, essa pessoa tem de passar por muitas fases da minha vida, várias "provas" até que eu sinta a confiança de que aquilo é, de facto, amizade. Passam a maior parte das vezes anos, até que eu confie a minha designação de Amigo a um, até então, amigo.
Porém existem aquelas pessoas que me conseguem fascinar muito depressa. Por quem eu ganho logo uma grande confiança e que, ainda que com um pé atrás, passam à designação de Amigo com maior rapidez do que normalmente. Também, e ao contrário de normalmente, é habitual acabar por me desiludir com essas pessoas e, por vezes, acabam por passar de Amigos, para conhecidos... mas é terrível quando isso acontece porque fico a sentir-me estúpida.

ORA BOLAS PARA MIM E PARA A MINHA INGENUIDADE!
quinta-feira, março 25, 2004
 
Reparo agora que se carregarem nos links do blog na versão traduzida, têm o link traduzido desse blog... comecei a ler os Apanhados num inglês estranho e só ao fim de muito tempo é que percebi porquê.
 
As traduções do Google:

Pus este blog traduzido no google... eis o resultado.

Gosto especialmente dos nomes da lista de blogs ali ao lado, ou de frases como:

However balls I do not obtain to enter in my proper blog... will be that problem is alone mine?
Original: Ora bolas não consigo entrar no meu próprio blog... será que é só problema meu?

Ou esta sequência de frases:


Excrement I wrote porra in blog!

Fuck I wrote excrement in blog!

Puta that give birth I wrote fuck in blog!


 
Porque: quando não se tem vida própria (ou assim se sente... na realidade apenas não se sabe viver a vida própria que se tem), tenta-se roubar a vida dos outros...
 
Mas pior do que estarmos num caminho tortuoso e precisarmos de ajuda é conseguirmos a ajuda de alguém que depois descobrimos, só nos quer manter num caminho onde esse alguém também está.
Nunca vos aconteceu? conhecem alguém num momento de angústia. Esse alguém apoia-vos nesse momento compreendendo a vossa dor. Depois, quando vocês conseguem ultrapassar esse momento, esse alguém exige-vos que voltem ao "caminho tortuoso" para lhe fazerem companhia. Porque esse alguém está lá, gosta de estar lá, mas não quer estar sozinho... quer puxar todos os outros para o seu sofrimento disfarçado de altruísmo e generosidade.
 
Quando percorremos na vida um caminho tortuoso, difícil, pelo qual vamos deitando lágrimas, muitas vezes sentimo-nos tão sós... tão desesperadamente sós. Sentimos que precisávamos que alguém nos ajudasse a passar aquele caminho, mas não há ninguém. E por vezes as pessoas estão mesmo ali ao lado. As lágrimas nos nossos olhos não nos deixam vê-las e o bater do nosso coração, retumbando nos ouvidos, não nos deixa ouvi-las. Por vezes tudo o que podem fazer é observar. Por vezes tentam tocar-nos, mas nós, assustados, rejeitamos o toque.
E essa nossa imagem, num caminho tortuoso, com lágrimas e sofrimento, é por vezes tão bela. E por ser tão bela leva-nos a mostrá-la, ainda que de forma pouco evidente, e dá aos outros uma imagem nossa que nem sempre corresponde à verdade.
 
Então vão lá ver o blog destas duas bestas (foram eles que se autodenominaram assim...)
 
Enviou-me o João por email:

"Tudo aquilo que algum idiota diz que é urgente, é algo que esse imbecil
não fez em tempo útil e quer que você se lixe para fazer em tempo
recorde!!!"

terça-feira, março 23, 2004
 
Agora de regresso deparo-me com um gato zangado comigo, não me "fala" o raio do gato... é o que dá estar uns dias fora.
 
Pois foi. Não estive por cá.

Durante estes dias andei a respirar o mundo. O tempo lá fora. O sol. A boa companhia. E a meter a cabeça no sítio (apesar de achar que ela já não vai lá ;) ).

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