Escárnio e bem dizer
sábado, fevereiro 28, 2004
 
E vai ser um duplo.
 
Isso, isso! Café, café, café!
 
Ai ai! dor de cabeça de Sábado de manhã depois de uma noitada... bolas!
sexta-feira, fevereiro 27, 2004
 
Quando eu te estendo a mão, espero que ma agarres... só isso. Permitiste que eu a estendesse, agora agarra-a.
 
Sim, é essa que já conheces. É essa que já soubeste acalmar. Preciso de mais tu.
 
Acalma a dor que sinto no peito.
quinta-feira, fevereiro 26, 2004
 
Aconselho a todos uma passagem por esta rua... e ela vai ali para o lado.
 
O João (a quem agradeço desde já) enviou-me um email com sessões de strip personalizadas. Aqui ficam também para vocês.

Strip para homens

Strip para mulheres



 
Tenho de ligar-te. Mas tenho medo... que estupidez!
 
Às vezes preciso que deixes de ser a psiquiatra e sejas apenas a pessoa.
 
Eu tento explicar...

Às vezes sinto medo que me abandones. Eu sei que não o vais fazer, a minha sensatez diz-me que é estúpido pensar isso, mas não entendo a minha cabeça. Na minha mente passam todo o tipo de pensamentos insensatos e, por muito que eu me convença que eles são parvos, que não posso tomar determinadas atitudes, acabo por pensá-los à mesma e acabo por tomar essas atitudes que sei que são erradas. Entendes?
Por isso quando dizes que sou impulsiva na verdade não o sou. A impulsividade é uma boa desculpa para justificar atitudes injustificáveis e que sei que estão erradas. Sei agora tal como sabia na altura em que as tomei. Aquilo que te fiz, lembras-te? Pedi-te desculpas logo a seguir. Mas antes de o fazer tive tempo para pensar. Pensei e repensei. Sabia que estava errado, mas fiz. Não fui impulsiva como justifiquei. Simplesmente qualquer outra justificação me parece demasiado louca para a aceitar. Mas eu sei. Eu sinto. Só não entendo e não consigo explicar.
quarta-feira, fevereiro 25, 2004
 
Continuo sem perceber as pessoas que decidem acabar um blog. Que metem as despedidas como se a alma lhes doesse por deixarem de escrever ali. Não entendo.
Entendo quando não há tempo para escrever e o blog acaba votado ao abandono e, quem o tinha, se esquece de lá voltar. Muitos blogs simplesmente acabaram assim. Sem despedidas. Um dia tinham lá um post que foi o último, por acaso. Muitos blogs iniciam exactamente no mesmo dia em que acabam. Mas não entendo os autores de blogs que, com um aperto no peito, abrem o editor do blog e escrevem um post de despedida. Um até sempre; um adeus; um este blog fica por aqui, já sinto saudades.
Como se quisessem martirizar quem os lê com uma despedida que parece dramática.
O final de um blog não tem de ser dramático, tem de ser natural. Ninguém exige (ou pelo menos não o devem fazer) a um autor de um blog que escreva todos os dias. Eu escrevo aqui quando me apetece, quando não me apetece não escrevo. Podia ficar um mês sem escrever e isso não significava que o blog tivesse acabado. Até um ano. Este blog nunca irá ter um post de despedida, o que não significa que, um dia, não acabe.
 
Afinal só precisava de pilhas.
 
Acho que acabo de avariar uma calculadora científica...
 
É pá! não me apetece! pronto.

Mas entretanto já consegui entrar no email e já visitei o Bidé. É um bidé engraçado. às vezes está entupido mas tudo se resolve.
segunda-feira, fevereiro 23, 2004
 
That's all folks! (acho que é assim)
 
Vou acrescentar também ali ao lado, ainda não vi em que secção, mas vai ser numa delas, o blog do estranho. É leve e agradável de ler (qualquer dia não tenho tempo para me manter actualizada com os meus favoritos, ora bolas).
 
Apaixonei-me totalmente pelas teorias deste rapaz. Vai já ali para o lado e vai ficar em destaque, ah pois vai! É que rir faz bem à alma e pensar nas coisas do dia-a-dia com este tipo de humor é qualquer coisa de fabuloso.
 
Eu tinha uns 7 anos. Estava de férias numa praia que, confesso, não me lembro qual era. A ideia de ir de férias para a praia era brincar no mar, fazer novos amigos de férias, fazer castelos na areia, correr, molhar-me, apanhar sol. O local era indiferente.
Todos os dias o meu pai me levava a um café onde eu escolhia um gelado. Era um ritual. O ritual do gelado. Ao fim de um tempo reparámos numa pedinte numa das ruas por onde passávamos depois. No dia seguinte o meu pai deixou-me escolher o gelado, deu-me o dinheiro e disse: "porque não dás o dinheiro à pedinte que precisa mais dele do que tu do gelado?"... eu pensei e assim fiz. Mas fiquei sempre a desejar o gelado daquele dia. Senti-me egoísta. Fiquei com vontade de nunca mais dar nada a pedinte nenhum porque isso implicava ver-me privada das coisas que queria em prol dos outros.
Não, não tenho alma de missionária e gosto mais de mim do que dos outros.

Nesse dia não aprendi a lição que o meu pai me quis ensinar. Não senti o prazer de dar que o meu pai quis que sentisse. Mas aprendi uma outra lição. Aprendi que na vida preciso de esforçar-me para dar-me tudo o que desejo e ainda para conseguir, depois de mim, dar aos outros algo. Porque sinto, realmente, prazer em dar, em ajudar através de instituições ou mesmo, mais raramente, pessoas isoladas. Mas sinto esse prazer apenas se as minhas necessidades e os meus luxos já estiverem todas saciadas. Chamem-me egoísta, se calhar até sou, mas se ser egoísta significa lutar por mim, amar-me, querer-me mais do que aos outros, pensar na minha felicidade antes da felicidade alheia, então tenho muito gosto em ser egoísta. E nem por isso deixo de ajudar quem posso, quando posso, sempre que posso.
 
ai que me deu um ataque de espirros!
 
O meu dourado quis mimo de novo.
 
fjsssssssssssssssskfs guy hbggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggg






gggggggggggggbi

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Torradas com manteiga, café com leite e morangos.

Vou comer.
 
"É raro que estejamos completamente inocentes dos nossos sofrimentos"
 
Eu sei que durante o fim de semana vi um post no 100nada que queria comentar aqui. Mas entretanto meteu-se o fim de semana e eu fiz greve de blog (de vez em quando tem de ser porque andava a viver demasiado aqui dentro e muito pouco lá fora), e agora já não encontro o que queria comentar porque a Catarina está a escrever que nem uma louca (ainda bem!). Bolas mulher!

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