Escárnio e bem dizer
sexta-feira, fevereiro 20, 2004
 
Anti-hipocrisia

"A vida é demasiado curta para que desperdicemos uma parte preciosa a fingirmos"
 
Eu sou de uma iztupidez que não há tamanho! então não é que me esqueci da password para o email do blog? mas porque é que eu insisto em meter passwords diferentes para tudo? chiça!
 
Estou babada :]
quinta-feira, fevereiro 19, 2004
 
Rasguei pedaços de mim. Observei-os, amachuquei-os e detei-os fora.
Agora olho, arrependida, para um cesto do lixo vazio.
 
"Quando se gosta da vida, gosta-se do passado, porque ele é o presente tal como sobreviveu na memória humana"
 
Já agora o Nelson tem razão. Se colocar http://www.escarnio.blogspot.com o blog actualiza, se colocar só http://escarnio.blogspot.com não actualiza. É estranho, é estúpido e não se compreende. Ora bolas!

Obrigada Nelson.
 
E ontem acabei por me dedicar mesmo ao mundo lá fora e pronto já não vim aqui para dentro ;)
 
O João pergunta-me ali num comentário abaixo o que é que tenho comido. Por estas horas como cereais com morangos e tostas com queijo fresco ou com o sempre maravilhoso queijo da serra. Às vezes vou ao café com as tostas, outras ao chá (preto mesmo - a esta hora tem de ser), com torradas com manteiga (sempre primor).

Pronto, agora tenho de ir comer.
quarta-feira, fevereiro 18, 2004
 
Ai ai o mundo lá fora!
 
Olhem, agora tenho fome.
 
Andei ali a descobrir blogs:

Mau humor (não sei se começou hoje, mas tem uma teoria bem gira)
Isto sou eu
O blog da leoa
Estranho numa terra estranha

E pronto. Foram estes.
terça-feira, fevereiro 17, 2004
 
A Argentina é o país do tango. Vive uma crise interna económica e o país está quebrado por causa da decisão errada de dolarizar.


Que país você é? por Pop-Testes
 
"Sentirmo-nos inúteis ainda é pior do que nos sentirmos culpados"
 
AI que porra! mas porque é que eu agora só consigo ver os meus posts um dia depois de os escrever?
 
Provocas-me com um olhar de desejo e ciúme que nunca te tinha visto antes. Provoco-te "flirtando" com o teu amigo e fingindo que te ignoro. Mas não te ignoro. Tu sabes que não.
Não foi bonito de fazer. Não foi bonito dar esperanças a alguém para fazer-te ciúmes. Mas resultou. Além disso: "diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és".
Agarrei-te enquanto me penetravas com o olhar. Agarrei-te com uma entrega que nunca tinha dado a ninguém (nem voltei a dar). Senti o teu cheiro. Esse cheiro que ainda hoje me enlouquece, me recorda de ti. Já tentei transformar o cheiro de outras pessoas no teu. Usei o mesmo perfume. Mas não resultou. Aquele cheiro era só teu, ainda que o perfume fosse de todos os homens. O cheiro da tua pele.
Mais. O cheiro da tua pele misturado com o cheiro da minha. Foi nessa mesma noite. Depois de uns copos, depois de muitas provocações, depois de muito desejo contido. Foi nessa mesma noite em que enrolei o meu corpo no teu. Em que senti mais do que o teu olhar a penetrar-me, em que me entreguei tanto! de corpo e alma e a alma fugiu-me desde aí. Acho que a levaste contigo.
segunda-feira, fevereiro 16, 2004
 
Olha. Sabes quando te procuro nas horas mais impróprias? Lembras-te do quanto te ofendo com palavras das quais me arrependo um segundo depois de saírem?
Eu sei e lembro-me. Porque me dói. Faço-o, meu anjo, por inspirares em mim uma confiança muito grande. Faço-o porque me restituis uma esperança que tantas vezes perco, e faço-o porque acreditas num valor que eu muitas vezes me esqueço que tenho.
Parece irónico, eu sei. Ofendo-te porque te amo, agrido-te porque não te quero perder. Parece irónico, mas não é. É a forma parva que encontro de te pôr à prova, de testar os teus limites.

"Odeio-te. Não me abandones".
 
"Desesperamo-nos dos outros para não esperarmos demasiado de nós mesmos".

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