Escárnio e bem dizer
sábado, agosto 16, 2003
 
Arrumei a balança no armário. Acho que a vou leiloar no E-bay
 
Já não tenho um dove a olhar para mim e sinto-me satisfeita.
 
Tenho uma consciência a moer-me
 
Tenho uma balança a olhar para mim
 
Tenho um dove a olhar para mim
 
Cá estou. Devo dizer que voltei mesmo destes meus dias de retiro (quase) forçado. Revi a família que não via há uns tempos e mantive-me em paz lendo e escrevendo. A leitura e escrita é algo que me acompanha todo o ano, por isso não foi grande a novidade. Paz não tenho muita (mas confesso que também não a alcancei). Porém agora sinto-me um pouco melhor do que quando fui embora. Por isso talvez tenha valido a pena.
 
Vou ali ao quarto de banho e já volto, está bem?
 
Obrigada também à Ruiva pela inclusão nos seus favoritos. Fico muito, muito contente :]
 
Venho aqui fazer a festa de boas vindas (pedida) à nova pintora de paredes aqui da blogosfera. Que sejas muito bem vinda.
 
Bom, ando atrasada em relação às respostas às pessoas que comentam aqui o blog (tanto por email como nos seus próprios blogs) mas cá vão as resposta:

Ao Nelson: desculpas aceites ;]

À Sofia:

Não gosto de José Saramago (sim, crucifiquem-me... eu sei que o homem ganhou um "nóbel", mas não gosto, pronto!)

Já li:

Livro de Crónicas, António Lobo Antunes
O Perfume, Patrick Suskind
A Pérola, Jonh Steinbeck
O velho que lia romances de amor, Luís Sepúlveda
A história do gato que ensinou a gaivota a voar, Luís Sepúlveda
Ponto Pé de Flor, Clara Pinto Correia
Fazes-me Falta, Inês Pedrosa
Histórias do João sem Medo, José Gomes Ferreira
Resposta a Matilde, Fernando Namora
Aparição, Vergílio Ferreira
Meu pé de Laranja Lima, ( não me recordo do autor)

Nunca li:

A Pomba, Patrick Suskind (vou ver se o encontro e vejo se me chama a atenção... se quiseres fazer um comentário ao mesmo no teu blog eu vou lá ler para assim tomar uma decisão com mais bases).

Obrigada pelas sugestões.

À Lili:

O Cemitério dos Barcos Sem Nome. Arturo Perez Reverte. - Olha nunca li nem nunca ouvi falar. Queres dizer mais alguma coisa sobre isso?

Obrigada a todos pela atenção :]
sexta-feira, agosto 15, 2003
 
Já vos aconteceu olharem à  volta, verem dezenas de livros e não vos apetecer ler nenhum daqueles (apesar de nunca os terem lido?)... estou rodeada por livros que cheiram a mofo, verdadeiras pérolas na literatura nacional e internacional, muitos nunca li, mas não quero ler estes. Apetece-me ir a uma livraria comprar um novo para ler. Alguém me recomenda algum em especial?
 
O pintainho adoptou nova estratégia de marketing e publicidade e meteu links em vários dos seus pius... um deles calhou-me a mim. Obrigada pelo piu.
 
Bom, e enquanto o email não abre vou escrevendo por aqui... que seca!
 
A todos os que contribuiram para esse lindo número que é o 500 o meu muito obrigada :)

Decidi fazer deste blog um diário de histórias reais, adaptadas ao anonimato que necessito e aos tempos actuais. Muitas das histórias que aqui descrevo entre linhas por vezes pouco perceptíveis a quem lê, já aconteceram há uns anos, outras estão a acontecer agora. Não vos vou dizer quais são as actuais e quais não são até porque este diário serve-me de terapia. Saber que outras pessoas o lêem faz com que essa terapia funcione, só isso. As histórias, ainda que adaptadas e quase imperceptíveis, são reais. Eu, apesar de ter outro nome que não o Maria também existo. Tal como existem todas as pessoas de quem falo. Todas elas, à excepção daquelas que refiro quando falo de outros blogs, têm outros nomes. Por vezes sinto falta de dizer os nomes verdadeiros das pessoas que aqui descrevo, por isso, de uma forma perfeitamente aleatória, aqui ficam os nomes verdadeiros que gostava de escrever:

Isabel
Ângela
Maria
Pedro
Sara
Miguel
Sónia
Ivo
Paula
Vanda
Ricardo
Hélder
Vera
Carla
Elsa
Liliana
Rui
Nuno

E, uma vez mais, Rui e Ângela.

Uns nomes são mais importantes que os outros.

Obrigada mais uma vez a todos e, se puder, até amanhã.
quinta-feira, agosto 14, 2003
 
Quando para aqui vim esperei encontrar paz. Quis recolher-me uns dias para pensar sobre a minha vida, os meus problemas, todas as coisas que me incomodam.
No meio da natureza, com a água por perto, o barulho das ondas, as flores e os pássaros. Parece o cenário ideial para qualquer reflexão. Mas não é.
Aquele isolamento que achei que precisava incomoda-me. Talvez por estar só quando não quero e estar acompanhada por quem se tenta infiltrar demasiado na minha vida. Não admito isso. Sou demasiado senhora de mim mesma para sentir que alguém está a querer explicações sobre o que eu faço, penso, ajo e reajo.
Agora quero voltar. Voltar à solidão da minha casa citadina. Voltar ao silêncio dos carros a passar na estrada e das crianças dos vizinhos a gritar.
Não me sinto bem. Sei que ir para o silêncio da minha casa citadina só me vai fazer entrar ainda mais na minha tristeza, mas sei que aqui também não estou a encontrar as respostas, a fuga, que precisava.

Penso, uma vez mais, em emigrar. Tenho economias suficientes para tentar recomeçar "do zero" num outro país, mas não tenho a profissão ideal para isso. Ir para outro país, a não ser que seja de língua oficial portuguesa, implica mudar de profissão. Implica deitar a perder um esforço de mais de 10 anos para ser o que sou. Muitos dirão que tenho mais do que a maioria das pessoas e não tenho razões para me sentir mal. Mas as razões de uns não são as dos outros. Cada pessoa sente as suas dores de uma forma muito prórpria e o que para uns é um pequeno corte para outros é uma ferida profunda.

Tenho um defeito muito grande, que reconheço, assumo, mas não consigo corrigir: deixo as feridas abertas demasiado tempo. Não as curo e agora estou quase em carne viva e quero fugir, uma vez mais.

Não sei, sinceramente, o que vou pensar amanhã ou o que vou fazer. Mas sei que tenho muito medo.

Tenho medo que a única pessoa que até agora não desistiu de mim o faça. Estou farta que desistam de mim. Qualquer dia sou eu própria a desistir de mim mesma...
quarta-feira, agosto 13, 2003
 
Calor, lentidão, lentidão e calor... dois males que me preenchem os dias ultimamente.
 
"Eu sou o avô cantigas, lá lá lá lá, lá lá lá lá"
 
Só tenho vontade de dizer: "net lenta não, junta-te ao João!"
 
Gosto muito de papoilas. E esta é interessante (vim mesmo só dizer isto).
 
Bom, está calor e não posso estar permanentemente a gastar dinheirito por aqui :/

Boa noite e até amanhã (ou não!)
 
Vocês metem imensas imagens e depois as pessoas com ligações lentas querem abrir-vos e não conseguem. Bolas! :[
terça-feira, agosto 12, 2003
 
porra que o vento está quente!
 
Não entendo pessoas que mentem para mostrarem que são vítimas de uma vida que não é a delas. Parvas!
 
Odeio pessoas que mentem.
 
Ainda por cima os poemas são uma verdadeira merda… estou só.
 
Sondas-me. Envias-me poemas. Dizes que gostas de mim. Estou só. Sei que sondas outras. Lhes envias poemas. Dizes que gostas delas. E elas estão sós.
Não me importo… estou só.
 
- De vez em quando olha-se ao espelho e acha-se feia, outras vezes olha-se ao espelho e acha-se bonita. Não é?
“E você é estúpida!” – Era a resposta que merecia ouvir. Mas não lha dei. Limitei-me a ficar calada e olhá-la fixamente. “Interprete também o meu olhar à sua maneira. De acordo com aquilo que leu nas dezenas de livros sobre comportamento humano que leu… parva!”
 
- Essa t-shirt é minha! – disse-me o João quando me viu vestida com uma t-shirt branca que eu tinha tirado do cesto da roupa lavada, sem reparar de quem seria.
- Ah! Não sei. Era a primeira que ali estava. – Respondi despreocupadamente.
- Mas é minha! Estás a usar a minha t-shirt! – Fiquei surpreendida. Pensei que estas manias egoístas já tivessem passado ao meu irmão há alguns anitos, mas não. E ele que ultimamente até andava a disfarçar bem.
Despi a t-shirt. Agarrei outra:
- E esta, é tua?
- Não. – Respondeu vitorioso.
Mau local escolhi para vir colocar a cabeça no sítio.
 
Sinto tanto a tua falta, minha amiga.
“Eu não te abandonei”, disseste-me com a voz desesperada devido à minha loucura perseguidora. Mas eu sinto-me abandonada… sinto. Se calhar não foste tu, mas eu quem se abandonou, quem se perdeu. Agora preciso que me encontres, me olhes, me abraces e me entregues a mim. Exijo demasiado, eu sei! Não tens a obrigação de fazer todo esse percurso por minha causa. Mas eu não consigo fazê-lo sozinha e por isso preciso que o faças por mim, ou, no mínimo, comigo.
Dá-me a mão.
Estendo-te a minha mão na esperança que a agarres, mas tu não a agarras. Não consegues fazê-lo e eu não consigo esticar-me mais.
Juro que penso nisso, e isso já depende mais de mim do que de ti. Mas tenta tu também. Estica-te mais, por favor! Preciso disso. Dependo disso…
Juro que vou tentar. Mas não te afastes. Dá-me a hipótese de continuar a esticar-me, devagarinho. Não percas a paciência.
Vou tentar tirar a máscara e dar-te a mão. Não desistas agora, por favor!
 
- Maria. Pára com isso! – disseste-me desesperada logo que te atendi o telefone.
- Desculpa!…
- Eu não te abandonei, estou aqui. Mas não podes passar o tempo a enviar-me mensagens. Não posso fazer nada agora. Estou a 500 km de distância e esta tua atitude só te faz mal a ti e prejudica esta nossa relação. – Repreendes-me.
- Tens razão… - Digo numa voz sumida de quem quer dizer: “mas preciso tanto de ti! Preciso tanto de desabafar contigo! Bolas!”
- Não me faças arrepender de te ter dado o número de telefone! Toma… toma qualquer coisa , tenta acalmar-te e vai dormir. Dia 18 já aí estou. Depois falamos. Está bem?
- … Está bem… mas…
- Não podes continuar assim. Esta atitude só faz com que… acalma-te.
- … Faz com que fiques aborrecida comigo? – Perguntei com medo.
- - Não. Eu não fico aborrecida contigo. – Respondes mais calma, com aquele tom de voz ponderado que te conheço tão bem. – Mas esta atitude prejudica esta nossa relação. Entendes?
- Não!… não entendo mas aceito – respondo – “Que remédio tenho eu!” – Penso. E tenho vontade de continuar dizendo: - “mas porque é que é tão difícil lidar contigo?”. Mas digo apenas, uma vez mais: - Desculpa!…
- Não precisas de estar a pedir-me desculpa. Vá acalma-te. Vai dormir e depois falamos, está bem?
- … Está bem…
- Beijo.
- …
 
Não. Não “voltei, voltei, voltei de lá”. Ainda aqui estou, mas não aguento estar sem aqui vir escrever alguma coisa. Portátil. Dinheiro gasto. Uma ligação telefónica, e aqui estou eu. :)
Não vos podia abandonar tanto. Ou talvez apenas não me possa abandonar a mim…
domingo, agosto 10, 2003
 
O quê? gostam desta cabeça como está??? vocês ainda são piores do que eu ;)... eu volto. Fiquem descansados.
 
Além do mais eu preciso mesmo de uns diazinhos sossegados à beira mar, numa esplanada... num lugar qualquer onde meta esta cabeça no sítio.
 
BOLAS!! não me façam sentir culpada!! :'[
 
E depois, bem vistas as coisas, vocês já aqui têm imenso para ler.
 
Um dia destes...
 
Pronto, pronto! estou mesmo a ir embora. É desta ;) mas eu volto.
 
Ainda por cima aqueles ali da barra do lado também estão todos quietos... não entendo.
 
E "só eu sei porque não fico em casa"

Xau, xau, até um dia destes (quando isto funcionar decentemente e eu estiver mais morena).
 
Estou que nem posso!
 
Detesto quando isto deixa de funcionar e agora vou para a praia.
 
CALEM A CRIANCINHA!!!
 
"Mãe... Bola!"
 
:']
 
OLHA! OLHA! OLHA!...
 
Já repararam que sabe mesmo bem arrotar. Aliás qualquer libertação de gases sabe bem e, conselho dos médicos, faz muito bem à saúde.
 
AI tanto calor! mas onde é que está a prometida chuva e trovadas e nhan nhan nhan!... hum?
 
Detesto ter os ouvidos entupidos!...
 
Descobri este blog. É de uma menina brasileira (como diz a Lili: Os blogs brasileiros são mesmo mais elaborados!). São mesmo. Têm sempre muitas imagens (ainda não aprendi a pôr isso), e parecem cheios de energia e vida.

Porque é que o descobri? bom, parece que ele me descobriu a mim primeiro... como? não sei.

Um conselho à autora do mesmo: olha que aqui não há muita coisa para lêr ;)
 
Estes espirros irritam-me! e começar o dia logo irritada não augura nada de bom!
 
Estou a tentar fazer Ice Tea com água a ferver
 
Está um agradável vento fresco que já me levou a vestir a camisa de dormir
 
perguntei-lhe: que foi? queres que te coma?... o bombom não respondeu e quem cala consente.
 
tenho um bombom de licor a olhar para mim...
 
Um dos livros que mais gostei de ler foi o "Fazes-me Falta" da Inês Pedrosa. Como sou curiosa fui procurar na net o que se dizia sobre esse livro e não é que encontro uma das melhores críticas num blog que leio atentamente todos os dias, mas não o fazia nessa altura. A Sara do desBlogueador de conversa colocou no seu blog a 7 de Junho, esta crítica fabulosa... e depois de a transcrever não preciso dizer mais nada sobre o livro:

"Fazes-me falta de Inês Pedrosa

«Fazes-me falta» é o novo livro da jornalista Inês Pedrosa o qual quero tomar a liberdade de comentar.
Logo que o vi entre vários tí­tulos de autores portugueses chamou-me a atenção pelo nome. Todos nós sentimos saudades e faltas, por isso é fácil identificarmo-nos com o nome deste livro. Li o resumo da contra capa e comprei-o porque me despertou o interesse, porque fala de faltas que também sinto: a saudade de alguém que morreu, a solidão, a desilusão, o desamor, o cansaço, a fé, a crença (tanto na religião, como na fé e crença nas coisas e na vida), a desesperança e a esperança. É um livro contado a duas vozes: A voz de quem morreu e a de quem viveu para testemunhar essa morte. Entrecruza a fantasia e a imaginação com a verosimilhança: A fantasia da escritora que imagina como será que se sente quem morre, e a verosimilhança da dor de quem fica, de quem vê a morte do lado de cá, de quem sofre, de quem passa a viver das memórias daquela pessoa. Das memórias boas e das más. Da culpa de ter memórias más. Da saudade dos tempos bons da dúvida. Mistura a crença com a descrença. Fala de revolta e de conformismo.
Descreve cheiros e mistura-os com sentimentos, saudades e memórias. Fala da desilusão de quem se iludiu, de quem viveu de quem quer morrer.
Denota-se o desespero de quem quer dizer o que nunca mais dirá, nem que seja em sonho. Um «adeus», um «obrigada», um «desculpa», um «gosto muito de ti», que ficaram por dizer e que se resumem no «fazes-me falta». «Fazes-me falta» nem que seja por um minuto mais onde te possa dizer «adeus», «obrigada», «desculpa», «gosto muito de ti», «não vás embora». É impotência sentida de quem quer mudar o mundo e não pode e de quem, afinal, só queria «mudar o cenário» - o seu cenário.
Fala de dar e receber carinho ou da dúvida de quem não sabe se consegue dar carinho. Do querer, do poder. Do querer poder e do pisar para o alcançar. De traição. Trair quem se ama para se alcançar um sucesso, uma ilusão de poder, que, no final, acaba amargo e amargurado. Da culpa. Da sensação ingénua que todos (ou quase) temos de que o tempo nos pertence infinitamente até que esse tempo nos prega a rasteira de nos tirar o que tinhamos como certo.
Fala de ser. De estar. De querer. De mudar e de desiludir. Explica como a pessoa muda a aparência mas nunca a essência e mostra como a aparência nos faz aos olhos dos outros, os fere, os orgulha, os desilude ou ilude.
Fala de tantas coisas: De amizade, daquela pura que ultrapassa muitas barreiras, incluindo a da morte mas não a do orgulho exacerbado; de amor não correspondido que deixa mágoa mesmo depois da morte; de sedução e indiferença; de provocações; de vontade de mudar o mundo; de ingenuidade e más interpretações. Fala, acima de tudo, de arrependimento e saudade. E da sensação de impotência pelo arrependimento de não ter feito algo já impossí­vel de fazer.

É um livro fantástico que recomendo a todos os que sentem as coisas com muita intensidade. Inês Pedrosa dedicou-o ao seu pai que tinha morrido há pouco tempo mas, logo no início da leitura, reparamos que o podemos dedicar a todos os que amamos ou, simplesmente, a nós próprios.
//Bloggado às 17:51 por Sara"


 
Bom, não era bem isto que eu queria, mas como não percebo nada disto vai ficar assim.
 
Desculpem ando a fazer experiências no template
 
Vou acrescentar a Lili ali ao lado. Acho que depois de termos estado a conversar de um blog para o outro é o mínimo que posso fazer.
 
Estou com uma dor de cabeça! estou que nem posso. Acho que deve ter alguma coisa a ver com aquela garrafa de vinho do porto que jaz vazia aqui ao lado do monitor (achei que a expressão que jaz vazia dava um ar mais sério a este post).
 
Mas porque é que eu sou assim e não consigo deixar nada meio feito... pronto! o post sobre a Santini é do dia 24 de Julho. É mesmo o primeiro desse dia. Vão lá ver.
 
AH! gelado! tenho de ir provar os da Santini a conselho da malta do desBlogueador que me deixaram com água na boca com aquelas imagens e descrições (foi há algum tempo... não me lembro quando, quem quiser que procure no blog deles porque eu não tenho paciência para isso)
 
Pois... mas as queijadas de Sintra são tão boas! e... e... bombons, e... e... os travesseiros da piriquita!! tudo óptimo! não dá para parar de comer!
 
Não! são de ganga... as outras todas deixaram de me servir. Das duas uma: ou estou grávida e não sei, ou estou a engordar e sei!
 
Lá está!... a magia da Blogolândia... ah! se todos os erros na vida fossem tão fáceis de apagar!
 
Bem... acho que foi um erro divulgá-lo... por isso vou apagar esse post e quem viu viu, quem não viu fica assim.
 
É tão estranho ver um poema que está fechado num diário há mais de 10 anos, que nunca ninguém leu, aqui divulgado... muito estranho mesmo... espero não lhe ganhar o gosto ou vocês passam todos a fugir deste blog.
 
A Lili (já têm o link ali em baixo algumas 5 vezes) também escreveu um poema. Lindo! parabéns! :)
 
Acho que tenho de aprender a linguagem in com a Lili ;)
 
Então mas agora a Lili quer que eu meta! (o poema...) vou ler de novo...
 
Já li... não meto.
 
Mas de onde é que a Lili tirou a ideia que sou adepta dos sonhos?... isso lembra-me de um poema que escrevi em tempos... mas é demasiado mórbido para o colocar aqui e eu ainda era uma adolescente quando o escrevi (altura em que escrevi quase todos, depois deixei-me disso)... vou lê-lo e pensar se o meto cá...
 
AH AH AH! - riso sarcástico de quem não tem nada melhor para fazer.

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